Uma voz visual firme, legível e popular.
Hierarquia tipográfica para painel, documentos, conteúdo e material de rua.
Títulos carregam direção, texto carrega prova
A tipografia do movimento deve ser clara antes de ser bonita. O título dá a tese; o subtítulo explica o porquê; o corpo entrega método, prova e ação.
H1
Frases de direção: 'Receita Certa de quem constrói', 'A Bahia é de quem constrói o interior', 'Prova antes de promessa'.
H2
Capítulos e argumentos. Deve nomear uma decisão estratégica, não uma categoria genérica.
Corpo
Texto com frases médias, exemplos concretos, evidência e território. Evitar parágrafos longos sem respiro.
Mono
Usado para códigos, DOC-001, status, tags, datas, fontes e metadados verificáveis.
Interface compacta para operação
Painel de campanha não é landing page. É ferramenta de guerra organizada: nome, bairro, prova, responsável, prazo e próxima ação precisam aparecer rápido.
Cards
Títulos curtos, métrica dominante, nota abaixo e ícone funcional. Sem texto ornamental.
Tabelas
Colunas de decisão: item, território, responsável, status, fonte e ação. Evitar tabelas que só armazenam informação.
Formulários
Campos com labels claros, validação visível e estados de erro. Cada envio precisa explicar o que foi salvo e onde.
Legibilidade popular
A comunicação precisa funcionar para equipe técnica, líder comunitário, eleitor no WhatsApp e imprensa. Uma frase só é boa se atravessa todos esses ambientes.
Sem jargão vazio
Trocar 'stakeholder', 'framework' e 'awareness' por liderança, método, prova, presença e confiança.
Sem grito visual
Não usar caixa alta em frases longas. A força vem da prova, não do volume.
Espécimes tipográficos
A Bahia é de quem constrói o interior.
Metas, apoiadores, territórios e evidências precisam ser lidos rápido, inclusive em campo.
DOC-008 / Candeias mudou / Validar fonte